quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Curriculo, formação inicial do professor e saber docente
Neste artigo, a autora relata a importância da qualificação do professor e a importância do professor transmitir o saber juntamente com a pratica, com ênfase nas soluções de problemas das praticas cotidianas.
No Brasil nossa reforma educacional se traduz pela atual lei de diretrizes e bases da educação nacional de 1996e textos legais que regulamentam proposta para a formação do professor apresentada e defendida pela comunidade acadêmica, seus movimentos e representantes, desde a década de 80 tiveram muitos de seus conceitos incorporados ao texto oficial com significados nem sempre condizentes.
As diretrizes para a formação de professores da educação básica CNE/CPSP N 01/02, partem do principio que essa formação deve considerar acima de tudo, o conjunto das competências necessárias para a atuação profissional valorize uma formação ampla e considere sobre a sociedade, a educação e sua função na atualidade, oferecendo ao profissional da educação uma formação teórico-epistemológica que lhe possibilite a construção de uma perspectiva critico analítico sobre a educação e sua própria pratica.
Porem o que presenciamos hoje, no Brasil, e a desvalorização desse profissional tão importante para a sociedade, pois e por meio dele que se formam todas as profissões, a qualificação desse profissional e de grande importância para a sociedade e as novas gerações que se forma a transmissão do saber, por meio da interação do aluno, partir do principio que cada aluno é portador de conhecimento, social a sua própria vivencia, a relação entre professor e conteúdo, para que possa passar de forma clara o seu conhecimento para o aluno e a troca de conhecimento entre professor e aluno, trabalhando em conjunto escola, aluno, pais, sociedade e governo para que possa possibilitar a todos uma ótima qualificação e valorização.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
LIVRO: A criança e o número - Constance Kamii
KAMII, Constance. 1987. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget por atuação. Campinas: 6º ed..Papirus. Esta leituraé voltada para a matemática com crianças, onde descreve a relação da criança com o número, a autonomia da criança e como trabalhá-la de forma positiva na educação. Ensina aos professores a forma mais fácil de ensinar os números na sala de aula, aplicando a teoria de Piaget, o professor pode abordar a natureza do número, objetivos para o ensino do número, princípios de ensino, situações problemas que o educador pode usar para a aprendizagem do número. Piaget mostra no primeiro capítulo três tipos de conhecimentos: conhecimento físico: é o conhecimento exterior dos objetos, através da observação; as relações (diferenças, semelhanças) são criadas mentalmente pelas pessoas de forma comparativa. A origem do conhecimento lógico-matemático é interna ao indivíduo; define-se como a coordenação das relações, onde a criança consegue ver que há mais elementos num todo do que nas partes,a abstração das características dos objetos é diferente da abstração do número, na abstração dos objetos usou-se o termo abstração empírica (focaliza uma característica e ignora a outra, estabelecendo as diferenças entre os objetos para depois relacioná-los), e na abstração do número, utilizou-se o termo abstração reflexiva (construção de relações entre os objetos); o número é uma junção de dois tipos de relações, uma é a ordem e a outra é a inclusão hierárquica (colocam-se todos os tipos de conteúdos, dentro de todos os tipos de relações). O conhecimento social são as reuniões construídas pelos indivíduos, sua natureza é resultante só da vontade; este conhecimento necessita de uma estrutura lógico-matemática para a organização e assimilação. O conceito de conservação baseia-se na epistemologia (estudo dos resultados das ciências), podendo também ser utilizados para responder a questões psicológicas quanto ao seu desenvolvimento. No segundo capítulo, a autora comenta sobre Piaget, onde ele declara que a finalidade da educação deve ser a de desenvolver a autonomia da criança, que é indissociavelmente social, moral e intelectual. Autonomia significa agir por leis próprias, na educação tem o objetivo de não opinar sobre o que não acreditam. Isto porque, os professores mantêm as crianças nas regras, através de sanções, como as estrelinhas, prêmios, notas, etc. Estudos feitos mostram que alunos do primeiro ano do ensino superior não estão capacitados para serem críticos; deve-se ressaltar a diferença entre a construção do número (não é observável, pois existe apenas na cabeça da criança) e quantificação de objetos (a observação é feita em partes, pois podemos ver o comportamento da criança, mas não vemos o pensamento que se desenvolveu mentalmente). No capítulo seguinte, Kamii escreve sobre os princípios de ensino, a criação de todos os tipos de relações, a criança que pensa na sua vida cotidiana, consegue raciocinar sobre muitos outros assuntos ao mesmo tempo, a quantificação de objetos, deve-se apoiar a criança a pensar sobre número e quantidade de objetos, quantificando-os com conhecimento lógico, comparando conjuntos móveis e a interação social com os colegas e os professores, apoiar a criança a conversar com seus colegas e imaginar como está desenvolvendo o raciocínio em sua cabeça. Na finalização comenta-se sobre as situações que o professor pode aproveitar para ensinar os números em na vida diária e jogos em grupo. Para se ensinar quantificação, é necessário ligá-la à vivência da criança, distribuindo os materiais, dividindo os objetos em partes iguais, coleta dos objetos, registro de dados e arrumação da sala de aula e votação. Jogos em grupo proporcionam raciocínio amplo e comparação de quantidades, trabalhando jogos com alvos, boliche ou bolinhas de gude, jogos de esconder, brincadeiras de pegar, jogos de adivinhação, jogos de tabuleiro, jogos de baralho, jogos de memória. O livro nos dá embasamento teórico sobre a prática do ensino dos números para crianças. Nos mostra como deve ser nosso posicionamento frente a esta prática, é escrito em uma linguagem simples, porém é repetitivo em seus exemplos.
LIVRO: O homem que calculava - Malba Tahan
O homem que calculava A história ocorre em Bagdá e conta aventuras de um sábio que usa os conhecimentos matemáticos de Beremiz Samir, calculista persa, apresentando diversas possibilidades de solucionar problemas de maneira rápida e fácil. É uma ficção e fica-se impressionada com as formas de cálculos, podemos adquirir informações valiosas sobre a matemática, a forma como o Homem que calculava utiliza para solucionar seus problemas, ele faz inúmeras viagens sempre resolvendo situações usando matemática, calculo mental. Fiquei bestificada com a forma que o autor nos faz enxergar a matemática, nos deixa como leitor com a sensação que entendemos o problema e aprendemos coisas novas sendo que já sabemos aquilo só esquecemos ou não utilizamos. Eu indico e recomendo este livro para ser utilizado em sala, porém para manter o interesse dos alunos lendo um capitulo por vez, permitindo explicar melhor, propor outras situações interagindo com o livro. Lembrando que o autor usa este nome como pseudônimo, é brasileiro, matemático e escritor. TAHAN, Malba. O homem que calculava. Rio de Janeiro: Editora Record. 2001.
CÁLCULO MENTAL
Desde educação infantil, devemos trabalhar a mente da criança, para que se desenvolva uma boa memória, muitos professores usam estratégia como: ditados, jogo de memória decorar tabuadas... Etc. Nos casos de crianças que já estão na educação fundamental, elas tem a facilidade em decorar muita coisa desde que seja trabalhado corretamente, e que teoricamente o calculo mental não é algo que se possa trabalhar somente com a cabeça,pois dependendo da conta, a quantidade de números que se usa ou até mesmo a quantidade de casa que se usa pode contar com o auxilio do papel, mas não de calculadoras, fazer a conta por partes, assim trabalhamos a reflexão,atenção, concentração, porque através do calculo de memoria a criança tem a facilidade em interagir consigo mesma, testando seus limites e conhecimentos.
revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/calculo-mental- www.apm.pt/files/_
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Construção conceitual das operações
Construção
conceitual das Operações
Devemos
mostrar aos alunos que sempre estamos conectados com a matemática, o nosso
cotidiano é uma constante adição, subtração, divisão e multiplicação.
Adição:
É usada quando queremos ‘juntar” objetos ou coisas de determinado lugar. Usamos
a adição também para contar dinheiro, quando vamos ao supermercado, shopping
etc...
Subtração:
Usada quando estamos brincando e um amigo resolve sair da brincadeira,
automaticamente ficamos com “menos um”. Isso acontece também quando pagamos
nosso sorvete, balas e doces e recebemos o troco.
Multiplicação:
Usamos quando queremos juntar muitas vezes a mesma coisa.
Sugerimos a seguir, algumas atividades para exercitar estes conceitos:
![]() |
| renatalombardi,woldepress.com |
![]() |
| mundoencantadodaprofessoraeliane.blogspot.com |
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| cantinhodatiasara.blogspot.com |
![]() |
| orientapedagogos.blogspot.com |
INTRODUÇÃO
A MATEMÁTICA E SUA IMPORTÂNCIA:
A matemática é a ciências dos números e dos cálculos , desde a antiguidade, o homeM utiliza a matemática para facilitar a vida e organizar a sociedade , ela foi usada pelos egípcios nas construções de pirâmides, diques canais de irrigação e estudos de astronomia. Os gregos antigos também desenvolveram vários conceitos matemáticos , na antiguidade esta ciências e também presente em várias áreas da sociedade como, por exemplo arquitetura, informática, medicina, física, química, portanto podemos dizer que em tudo que olhamos existe a matemática . A matemática é fundamental em nossas vidas,sem ela não saberíamos contar o tempo,não saberíamos o quanto pagamos pelas coisas, seria muito difícil nos localizar. Imagine que sem a matemática você não saberia que dia é hoje, nem que horas são. Sem a matemática a existência de roupas,alimentos,dinheiro,escolas,casa, nada seria possível, sem ela você não poderia calcular o tamanho que as casas deveriam ser,assim as casas seriam todas tortas, as roupas horríveis, os alimentos como coca-cola, bolos essas coisas também não poderíam existir porque para que elas fossem feitas antes teve uma série de cálculos, de quantidades para adquirir uma forma, uma sabor adequado! Imagine você ficar doente e não saber o quanto de remédio tomar, por que simplesmente não sabe contar,o médico não teria como prescrever, na verdade não existiria nem remédios. Então já vimos o quanto a matemática é importante e necessária nas coisas mais simples do nosso dia a dia,então imagine o quanto ela é utilizada,vivemos cercados de números,talvez nem percebemos, alguns muitas vezes nem vemos, que é o caso, por exemplo, dos cálculos da receita da coca-cola.
A música também não existiria, afinal para fazer uma música é necessário saber as notas contar o tempo,manter ritmo. Quem faria os instrumentos, todos seriam diferentes imagine um violão cada um com cordas de tamanhos diferentes.Seria mais uma bagunça!
www.ucs.br/etc/conferencias https://br.answers.yahoo.com
Jogos de Matemáica
Aqui neste espaço iremos sugerir alguns jogos que podem ser construídos e posteriormente praticado com as crianças. São jogos rotineiros do dia a dia da criança, simples, mas que ajudam a criança a aprender as operações de forma divertida e eficaz.
1) Dominó:
| https://www.google.com.br |
O Jogo de Boliche pode ser confeccionado juntamente com as crianças, com garrafas pets. A professora deve colar nas suas extremidades, números ou contas, para que os alunos trabalhem a adição, somando os números que acertarem, ou subtrair, ou multiplicar e ainda dividir. Caberá a professora adaptar o jogo as necessidades dos alunos. É um jogo bem versátil, e que as crianças apreciam muito.
3) Jogo da Memória:
Neste jogo, bastante conhecido das crianças, a professora também pode confeccionar junto com as crianças. Basta criar placas com contas e outras com seus respectivos resultados. O aluno ao abrir uma carta que pode ser da conta ou do resultado, terá que encontrar a outra correspondente. Nessas cartas podem se colocar todas as operações juntas, ou isoladas, fica a critério da professora no momento de aplicar o jogo. Também é um jogo bem divertido que estimula o raciocínio rápido do aluno e também estimula a memória.

![]() |
| https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAYQjB0&url=http%3A%2F%2Frosipsicopedagoga.blogspot.com%2F2012%2F07%2Fjogos-da-memoria-de-matematica.html&ei=295GVMX6OsHygwTz54KoCw&psig=AFQjCNGNr0ZbEm-_xKWNeNloEgdYvomU9w&ust=1414017112223585 Sugerimos aqui alguns jogos para diferenciar a aula do professor, são jogos simples e que trazem grande desempenho pedagógico. Estes jogos podem ser facilmente adaptados para as necessidades que o professor julgar necessário ao momento de sua execução. |
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Exemplos de Operações Matemáticas para o Ensino Fundamental I
Adição:
| seusaber.com.br |
11 + 23 +
87 15
___ ___
98 38
Subtração:
| Adicionar legenda |
10 - 37 - 83 -
8 21 44
___ ____ ____
02 16 39
Multiplicação
| escolovar.org |
![]() |
| portaldoprofessor.gov.br |
15 34 78
x6 x8 x 32
___ ____ _____
90 272 156
234+
______
2.496
Divisão:
| estudamos.com.br |
![]() |
| www.javaprogressivo.net |
| www.javaprogressivo.net |
Tipos de Situação Problema
Tipos de situação matemática ou
problema
As situações matemáticas
são: Adição, Subtração,Multiplicação e Divisão.
Adição é usada para unir
quantidades, para contar dinheiro, acrescentar quantidades e etc.
Subtração é usada para
diminuir quantidades, tirar uma quantidade de outra, devolver valores em
dinheiro após realizar uma compra.
Multiplicação é usada
quando vamos acrescentar várias vezes o mesmo numero de quantidades, serve para
organizar ou dar proporção.
Divisão é usada para
separar uma quantidade em partes iguais. Serve para repartir um determinado
número de brinquedos, lanches e etc.
Exemplos deste tipo de
problemas:
Maria Eduarda ganhou 4
bonecas, 2 bolsinhas, e 1 sandália. Quantos presentes Maria Eduarda
ganhou?
Resposta: 6
presentes.
Dudu tem 16 bolinhas de
gude, deseja brincar com Carlinhos, mas ele não trouxe nenhuma bolinha, vai
dividir com Carlinhos em partes iguais.Com quantas bolinhas Carlinhos
ficará?
Resposta: 8
bolinhas.
| amomatematicainfantil.blogspot |
| bancodeatividades.blogspot |
Construção conceitual das operações
Construção conceitual das Operações
Devemos
mostrar aos alunos que sempre estamos conectados com a matemática, o nosso
cotidiano é uma constante adição, subtração, divisão e multiplicação.
Adição: É usada quando queremos
‘juntar” objetos ou coisas de determinado lugar. Usamos a adição também para
contar dinheiro, quando vamos ao supermercado, shopping etc...
Subtração:
Usada quando estamos brincando e um amigo resolve sair da brincadeira,
automaticamente ficamos com “menos um”. Isso acontece também quando pagamos
nosso sorvete, balas e doces e recebemos o troco.

Divisão:
É quando queremos repartir alguma coisa em partes iguais, assim saberemos
quantas vezes uma quantidade cabe na outra. Porém vale lembrar que na divisão
nem sempre o resultado é em sua quantidade.

Multiplicação:
Usamos quando queremos juntar muitas vezes a mesma coisa.

As
quatros operações estão presentes no nosso dia-a-dia, onde quer que estamos mesmo
sem perceber acabamos utilizando as mesmas. Se estivermos no mercado, por
exemplo, e compramos algo, certamente acabamos por comprar alguns itens, vamos
ao caixa e efetuamos no pagamento e recebemos o troco. Pronto, acabamos de
realizar duas operações, a adição e a subtração. O mesmo pode acontecer com a
multiplicação e a divisão.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Sistema de numerização decimal
Sistema de numerização decimal
Ao passar o tempo tivemos que desenvolver uma forma mais ampla e com facilidade de gerenciar numerais.
Então para expressarmos quantidades ou para enumerarmos objetos, por exemplo. Utilizamos o sistema de numerização. Existem vários sistemas, mas o mais comum e usado por nos é o sistema de numerização decimal.
Neste sistema os números são representados por um agrupamento de símbolos que chamamos de algarismos ou dígitos.
O sistema de numerização possui dez símbolos distintos, através dos quais se utilizarmos apenas um digito podemos representar quantidade de 0 a 9.
Dígitos ou algarismos são símbolos numéricos utilizados na representação de um número, por exemplo, o número 756 é composto de três dígitos: 7,5 e 6.
No sistema decimal contamos dez símbolos distintos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,8 e 9.
Existem outras formas de efeituar a leitura de um número 5,53:
Leitura convencional: cinco inteiros e cinquenta e três centésimos.
Outras formas: quinhentos e cinquenta e três centésimos;
Cinco inteiros, cinco décimos e três centésimos.
Todo número natural pode ser escrito na forma decimal, basta colocar a vírgula após o último algarismo e acrescentar zero (S). Exemplos: 4=4,0 75= 75,0= 75,00.
A construçãoda dezena pela brincadeira
A Construção da dezena pela brincadeira
A brincadeira é uma linguagem fácil, natural e extremamente essencial para a criança se expressar,é importante que a escola proponha atividades lúdicas para ensinar diversas materias da grade escolar.
Através de jogos e brincadeiras o processo de aprendizagem demonstra excelentes resultados.
Atividades sugeridas:
1) Usar um pacote de canudos, tampinhas ou palitos.
em seguida fazer perguntas para os alunos:
De quantos palitos precisamos para termos uma dezena?
Se juntarmos dois montinhos de tampinhas quantas dezenas teremos?
Quantos canudos são necessarios para uma dezena?
2)Brincar de esconde-esconde.
3)Músicas com números, ex:. 1,2,3 indiozinhos.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
O Ábaco
O Ábaco
A palavra ábaco provém do grego ABAX, que significa uma tábua ou pasta coberta do pó.O Ábaco foi a primeira máquina de calcular da humanidade, foi inventado pelos chineses em 500 AC.construído numa pedra lisa coberta por areia ou pó, as palavras e letras eram desenhadas na areia, os números eram adicionados e as pedras ajudavam nos cálculos.
Os egípcios inventaram o primeiro modelo com bolinhas atravessadas por arame, os chineses acrescentaram um suporte tipo bandeja, o ábaco permite somar, deduzir, multiplicar e dividir.
Este ábaco moderno que conhecemos, surgiu no século XIII e sofreu várias mudanças e evoluções em sua técnica de calcular.Atualmente ele é composto por dez colunas com duas bolinhas na parte superior e cinco bolinhas na parte inferior, formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos dispostos no sentido vertical, correspondentes cada um a uma posição digital (unidades, dezenas,...) e nos quais estão os elementos de contagem (fichas, bolas, contas,...) que deslizam.
As operações são efetuadas de acordo com o sistema posicional, o ábaco não resolve os cálculos, ele simplesmente contribui na memorização das casas posicionais enquanto os cálculos são feitos mentalmente.
Construção da Centena
CONTRUÇÃO DA CENTENA
NOS NUMEROS, CADA ALGARISMO OCUPA UMA POSIÇÃO OU ORDEM A CENTENA É A JUNÇÃO DE 10 DEZENAS, OU CONJUNTO DE CEM UNIDADES DE 3 ORDENS NO SISTEMA DE NUMERAÇÃO.
VEJA O EXEMPLO
UM ANO BISSEXTO TEM 366 DIAS O NUMERO 366 É FORMADO POR 3 ALGARISMO.
3 6 6
3 – 3° ORDEM DAS CENTENAS 30 DEZENAS OU 300 UNIDADES
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6- 2°ORDEM OUORDEM DE DEZENA 6 DEZENAS OU 60 UNIDADES
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6-1° ORDEM OU ORDEM DAS UNIDADES 6 UNIDADES
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PARA O ALUNO ENTENDER DE FORMA MAIS CLARA PODEMOS UTILIZAR O MATERIAL DOURADO PARA REPRESENTAR OS NUMEROS .
CONTRUÇÃO DA UNIDADE DE MILHAR
PARA REPRESENTAÇÃO DA UNIDADE DE MILHAR, QUE É CONSTITUIDA DE 10 DEZENAS .
PODEMOS USAR COMO EXEMPLO COM MATERIAL DOURADO QUE É FORMADO POR CUBOS NA QUAL A CRIANÇA PODE MANUSIAR OS CUBOS
MONTANDOS-OS UNS SOBRE OS OUTROS, BRINCANDO COM A MATEMATICA.
UNIDADE DE MILHAR
UM
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CENTENA
C
|
DEZENA
D
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UNIDADE
U
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1
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0
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0
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0
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